Elementos de Ligação de Fibra de Carbono e Compósitos
A crescente utilização de materiais compósitos de alta performance (como a fibra de carbono e as resinas epóxi) em aeronaves, veículos de corrida e equipamentos esportivos apresenta desafios únicos para os elementos de união. O principal desafio é a corrosão galvânica que ocorre quando um metal em contato direto com a fibra de carbono (um excelente condutor elétrico) se torna o ânodo em um eletrólito (umidade), corroendo-se rapidamente. Além disso, a fragilidade da matriz de compósito exige que os elementos de travamento distribuam a carga de forma eficiente para evitar a quebra ou delaminação do material base.
Discos de Apoio Isolantes e Componentes de Titânio
A solução de engenharia para ligar compósitos requer o uso de elementos de união que minimizem o contato galvânico e distribuam a tensão. A organização fornecedora deve fornecer componentes de titânio ou ligas de níquel (que possuem potencial galvânico similar à fibra de carbono) ou, mais comum, o uso de discos de apoio (arruelas) isolantes feitos de fibra de vidro, polímero ou titânio, que criam uma barreira elétrica entre o metal de fixação e a fibra de carbono. A utilização de elementos de montagem de grande diâmetro de cabeça e arruelas é essencial para distribuir a força de aperto sobre uma área maior, minimizando o risco de esmagamento (crushing) do compósito.
O elemento de união para compósitos é um requisito de longevidade e segurança em materiais avançados. Priorizar parceiros que forneçam kits de isolamento galvânico (arruelas de polímero/titânio) e elementos de travamento de baixo peso (titânio) é crucial para manter a integridade estrutural e prevenir a corrosão precoce da junção.
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